Dá liscensa meu párdo,
como todos os gatos
-das noites:
Insípidos, inodoros e incolores.
Cai o peito,
sente o chão
Dá um peido,
com academão.
Desarrime moi!
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Á Garota de Ipanema.
A Garota de Ipanema
come pão com ovo em dia de frio,
dia em que a bela se esquece do Rio
e põe as asinhas de fora
A Garota de Ipanema
dorme de meia,
dorme cansada,
acorda feia.
A Garota de Ipanema
tem bafo de manhã cedo
toma Coca-cola com pitiça requentada
é mulher muito macho,
não tem medo de nada.
A Garota de Ipanema,
tem dor de corno
enche a cara
e lhe dão café morno.
Tem uns quilos a mais,
ouve bossa nova
e vive em paz,
a cavar sua cova.
come pão com ovo em dia de frio,
dia em que a bela se esquece do Rio
e põe as asinhas de fora
A Garota de Ipanema
dorme de meia,
dorme cansada,
acorda feia.
A Garota de Ipanema
tem bafo de manhã cedo
toma Coca-cola com pitiça requentada
é mulher muito macho,
não tem medo de nada.
A Garota de Ipanema,
tem dor de corno
enche a cara
e lhe dão café morno.
Tem uns quilos a mais,
ouve bossa nova
e vive em paz,
a cavar sua cova.
terça-feira, 12 de agosto de 2008
Cérbero envaidecido
Dentro da minha cabeça,
há um cão danado,
que têm três cabêças,
multifacetado.
Esse cão, amorfo
decepa a fose,
decertofosse nau-fagado.
Meu cérbero não para de latir,
cuida do meu hades,
onde os homens são palito
e eu sou o querosene.
há um cão danado,
que têm três cabêças,
multifacetado.
Esse cão, amorfo
decepa a fose,
decertofosse nau-fagado.
Meu cérbero não para de latir,
cuida do meu hades,
onde os homens são palito
e eu sou o querosene.
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Ecdíase.
fora a gota
do meu pacto
com o silêncio.
Cada aproximar,
troquei de pele,
meu tegumento inviável,
de mão inglesa.
Fótons,
dissiparam e se ão,
quando galgo o nível
com a caneta.
Alta freqüência,
luz , Violeta...
do meu pacto
com o silêncio.
Cada aproximar,
troquei de pele,
meu tegumento inviável,
de mão inglesa.
Fótons,
dissiparam e se ão,
quando galgo o nível
com a caneta.
Alta freqüência,
luz , Violeta...
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Terras de Agosto
Desprezo ás garotinhas
e os moços de cunho TNT
a pré alcalóide
á Maria Joana e o Blasé.
Desprezo ás conchinhas
do cálice que mo mandaram
ás tripas do bode velho,
dos culhões que n'eles habitaram.
De´sprezo ao cabo de vassoura
que do minério prosaico
fez-se de leve amoda imperativa
de sentar n'uma cenoura,
e não respeitar as anciãs,
de ser responsável por quem cativas
e negar ás febres Terçãs.
e os moços de cunho TNT
a pré alcalóide
á Maria Joana e o Blasé.
Desprezo ás conchinhas
do cálice que mo mandaram
ás tripas do bode velho,
dos culhões que n'eles habitaram.
De´sprezo ao cabo de vassoura
que do minério prosaico
fez-se de leve amoda imperativa
de sentar n'uma cenoura,
e não respeitar as anciãs,
de ser responsável por quem cativas
e negar ás febres Terçãs.
domingo, 27 de julho de 2008
ficcção.
Para ser poeta das coisas pequenas,
reduzi meu prazer,
de presenciar o passado
de ofuscar ........
reduzi meu prazer,
de presenciar o passado
de ofuscar ........
sexta-feira, 25 de julho de 2008
Em Brumas.
De tantas as internas
do silêncio noturno,
cantadas no consôo
das nênias glaciais.
Ás garotinhas Violetóides:
-de baixa frequência,
não como a minha,
de liceu, mas da pneumática.
do silêncio noturno,
cantadas no consôo
das nênias glaciais.
Ás garotinhas Violetóides:
-de baixa frequência,
não como a minha,
de liceu, mas da pneumática.
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