terça-feira, 14 de abril de 2009

Boundarie.

É só , os pingos la fora.

Quando a pangéia
foi embora,o meu
azul se extingüiu
e deu lugar ao mar.

O fractal se derivou
de um abismo
e fêz -me: hoje o
dia está para poesia-nuvemblado;
por Esplim e jornais.

É só! os pingo, lá, fora...

Das Teorias

De meu primitivo,
que ontem disse:
_"Deus, Ria!",na hora
em que pensei,mas não
afirmei.
Ele quer meu delta,
o primitivo,
incumbir-me em estuário...
A priori.

Teu perfume: Gardênia

Café-de-leite;
caneta na mão!
Há tempos que não paravassim, palavrassim.
Primeiro fez-se o verbo:
Aspirar.
E depois o erro? Obrar.

Daí então, o Tédio.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Demia

Ao Povo
resta á metade,
ás avessas
do senso-comum.

terça-feira, 17 de março de 2009

Dos paradoxos

O sopro divino,
abundante em mim foi.
Fez-me galgar ás estrelas.

Cirrose

Intoxicada de nuvens,
estou.
Quem c'est mil,
c'est moi.
Sê-meio.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Que dos pores!

E há em uma supercorda,
motivo para me bastar,
numa simples dose,
me acorda do maldito sonhar.

E há em uma meia nota,
o desconforto padrão,
das fossas abissais...

E não há atividade, Scissor ou padrão que resolva.
É so tristeza.
É só...
Ausência.