Ao Povo
resta á metade,
ás avessas
do senso-comum.
quinta-feira, 26 de março de 2009
terça-feira, 17 de março de 2009
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Que dos pores!
E há em uma supercorda,
motivo para me bastar,
numa simples dose,
me acorda do maldito sonhar.
E há em uma meia nota,
o desconforto padrão,
das fossas abissais...
E não há atividade, Scissor ou padrão que resolva.
É so tristeza.
É só...
Ausência.
motivo para me bastar,
numa simples dose,
me acorda do maldito sonhar.
E há em uma meia nota,
o desconforto padrão,
das fossas abissais...
E não há atividade, Scissor ou padrão que resolva.
É so tristeza.
É só...
Ausência.
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Dramato-orgia
É de madrugada,
que te chamo, de mansinho;
Vem, vêm.
Sussuro teu nome ás quatro paredes
a quinta negação c'est moi.
Os meus poros chamam sôfregos por ti.
E oro por misericórdia.
-"Vêm Espírito Santo, não me deixes libar assim"
E o amor se fez verbo;
contorço-me na cama,
suo , deliro.
Repouso, clamo ás campas.
Minha rocha pueril , onde estás?
no vazio, Jesus Barrabás.
Visto-me de branco,
falo nenhum chegará a minha tenda.
Deus!
Que manicômio sou eu??
Limítrofe , profana, apaática.
O meu quadro é um paradoxo apical.
Chamar-me-ei Fedra,
Aplaudir-me -ão ao final.
que te chamo, de mansinho;
Vem, vêm.
Sussuro teu nome ás quatro paredes
a quinta negação c'est moi.
Os meus poros chamam sôfregos por ti.
E oro por misericórdia.
-"Vêm Espírito Santo, não me deixes libar assim"
E o amor se fez verbo;
contorço-me na cama,
suo , deliro.
Repouso, clamo ás campas.
Minha rocha pueril , onde estás?
no vazio, Jesus Barrabás.
Visto-me de branco,
falo nenhum chegará a minha tenda.
Deus!
Que manicômio sou eu??
Limítrofe , profana, apaática.
O meu quadro é um paradoxo apical.
Chamar-me-ei Fedra,
Aplaudir-me -ão ao final.
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Marfim- de maio
Branco e dolente
como o encontro das águas
da langue repulsa,agente
Pô-la, a vela de suas asas.
O fim do amor
é um beijo,
soa a cicuta adocicada.
Tísica e febril
jaz a rosa
coberta em rocio
perante a lua amaldiçoada.
Pelo artesão,
que augusto,revela
sua gratidão
aos confins da Terra.
como o encontro das águas
da langue repulsa,agente
Pô-la, a vela de suas asas.
O fim do amor
é um beijo,
soa a cicuta adocicada.
Tísica e febril
jaz a rosa
coberta em rocio
perante a lua amaldiçoada.
Pelo artesão,
que augusto,revela
sua gratidão
aos confins da Terra.
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