segunda-feira, 20 de julho de 2009

Das Risavejas.

É , são as populações do crédito,
bem áquelas que comem os vermes
dos aquiles do Brasil
e das aerolinhas franquiadas.

É Garantido o vermelho naquelas selvas:
bem como a falta de coesão nos textos e a coerção do povo.
Eu sou contra a inclusão social,
é fato.

Melhor juntar-se ao americano Caprichoso
e deixar matarem nossos mileum bois!
E retirarem nossos fármacos
e poluirem nossas águas.
Nos enfiando Tucumã com RC Cola Goela Abaixo.

Vermelho e Azul é a cor, uníssona da bandeira deles.
O meu flag é tísico e morreu fumante,
tentando fazer com que os bois verde-amarelos sobrevivessem.

domingo, 31 de maio de 2009

Veja ás visceras, volar ao quinto dos Invernos.

Os vermes me devoram à cabeça:
Nada entra, nada sai.

Daquela que desposara o sonho,
só restam o pó dos ossos,
mastigados pelos abutres.

-Que belo! Todos esses roedores desdentados
me olham .
E nem um Idi, com máscara de Guy Folks
pára explodir meu parlamento.

Antes, a frescura de um eu pródigo.
Hoje, uma terra sem frumento.

Das gordinhas fusiformes.

Sou ignorante, é fato.
Sou, e sempre sê-lo-ei.
Pobre, como minhas rimas,
Feia , como o cão chupando manga
Inútil, como os árcades.

Mesóclise é o resto:
Não resignar-me-ei.

Puta, estou com o meu estro,
como o vassalo com seu rei.
Como as cores da discórdia,
Como as lágrimas pretônicas,
Como a putrefata memória,
Como as ligações iônicas.

Misturo tudo com farinha , engulo
e depois, vomito.

Feminóide.

É crepusculo,
o chamei de todos os nomes desagradáveis ,
que encontrei.

Bati, quebrei, desci do salto.
Disse para me deixar em paz,
E que o odiava,
e que não falasse mais comigo.

E o pior de tudo:
Ele sabe que eu o Amo.


Ele bem sabe...

É terça de manhã.

Seus olhos,
você não sente.
Eles que te sentem,
pois o torpor causado pela luz
é fatal aos ébrios como a noite.

Os braços dele te envolvem ,
como o manto á terra,
os braços dele te envolve.
Volve, ao futuro,
áquele queimado pelo vinho.
E beija-o.

Pois é de sonho e de pão,
que é feito o homem,
você , mulher,
de senha e de pã.

domingo, 24 de maio de 2009

Da Gravidade

Quando'lhares ás estrelas
e por paixão orvalhares
lembra, podes tê-las
Podes tê-las se sonhares.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Da Frieza

É o Vórtice Plumbeo,
de o meu olhar castanho.
Ás vezes, indiferença,
outras amores fatais.